EDITOR : ALEXANDRE FRANÇA
COLABORDORES : ANDRÉ REIS E BETH SHIMARU
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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

"Mosaicos Tiffany"

por Sueli Chibli - New York

No museu do Queens em Flushing Meadow Park uma mostra permanente ressalta a beleza dos Mosaicos da Tiffany Studios.









Coleção particular do casal Neustadt. Que ao chegarem da Europa nos anos 20 ficaram impressionados com os trabalhos Tiffany e iniciaram uma linda coleção. A primeira peça foi adquirida por 12 doláres. Na época uma boa soma de valor. São Lampadas, murais e trabalhos em metal, numa riquíssima exposição de objetos e ainda ferramentas além de pedaços de vidros coloridos que usavam na confecção das peças. O Studio Tiffany funcionou ate 1930 ali no mesmo bairro, próximo ao museu. Ainda na mostra uma foto mural do studio da época retrata os funcionários trabalhando.





Numa grande bancada o passo a passo da criação de uma das luminárias, como também um filme explicativo.


terça-feira, 19 de agosto de 2014

"MUSEU NACIONAL DO ÍNDIO AMERICANO"

por Sueli Chibli - New York

O Museu Nacional do Índio Americano é o primeiro museu nacional dedicado a preservação, estudo e exposição da vida, língua, literatura, história e artes dos nativos americanos.

Fundado em 1989 com o intuito de estimular a expressão artística contemporânea dos povos indígenas. As coleções abrangem todas as principais áreas de Cultura das Américas incluindo América do Sul, Caribe e Canadá.

O prédio onde está o museu foi a casa Aduaneira do Porto de Nova York (Alexandre Hamilton US Custom House).

Em 1899 o governo convidou vinte arquitetos para apresentar projetos para a nova casa. O projeto escolhido foi de Cass Gilbert. A obra iniciou em 1900 e concluiu em 1907. 


Uma grande estrutura de sete andares e 450 mil metros quadrados ocupa três quarteirões bem ao sul de Manhattan. O exterior apresenta 44 colunas cada uma decorada com a cabeça de Mércurio, o deus romano do comércio.


Em grandes pedestais na entrada do edifício figuras femininas representam a América, Ásia, Europa e África, esculpidas por Daniel Chester French.




Conchas, criaturas marinhas e os sinais do mar estão por toda parte no interior do prédio.



Arcos e colunas monumentais destacam a simetria do grande salão onde num imenso balcão elíptico funcionava a alfândega.





Suspensa no teto uma clarabóia de 140 toneladas e vários murais pintados ao redor da cúpula, representando os primeiros exploradores da América no porto de Nova York. Esses murais foram pintados por Reginald Marsh em 1937. As várias galerias de exposições do museu ladeiam o imenso salão principal.





Um grande acervo de objetos e arte indígena, além de exposições temporárias, cinema e vídeo.


segunda-feira, 12 de maio de 2014

"Prédio do Correio Geral de Nova York"

por Sueli Chibli - New York



O Prédio Geral do Correio de Nova York é uma das Jóias para se visitar em Manhattan. Localizado na 8 Ave. em frente a Pen Station. 

No ano de 1910 os arquitetos Mckim, Mead e White ao finalizarem a construção da Pennsylvania Sation idealizaram o prédio do Correio no mesmo estilo Clássico Romano.



*Todo o grupo de Edifícios será em grande escala, proporcional ao Fórum Romano, apresentando fachadas em colunas e pilares. Complementado um ao outro e prestando-se a uma Unidade de escala e estilo de efeito marcante *relatou o The Times na época.




As obras foram completadas em 1913 com um custo de mais de 5 milhões de dólares. São 31 degraus que cobrem toda a extensão do prédio. Onde 20 colunas Corinthianas formam a colossal fachada. O piso térreo, um vão livre do comprimento de dois quarteirões, tem piso revestido de Mármore Botticino. As portas em ferro ornamentado. Teto decorado revestido em mármore e granito. Escrivaninhas e luminárias em estilo Clássico compõe todo o espaço.




O prédio foi considerado o maior correio do mundo pelo New York times. Na data da inauguração contava com 1667 funcionários e o dobro do espaço necessário. Ao longo do século 20 até 1990 o correio permaneceu aberto 365 dias por ano, 24 horas.




quarta-feira, 16 de abril de 2014

"Metamorphoses = Paul Gauguin"

por Sueli Chibli - New York

No MOMA de Nova York, até 08 de Junho na Galeria de Exposições Especiais, você pode ver a Obra do mestre Paul Gauguin - Metamorphoses.

A mostra foca as raras e extraordinárias gravuras e desenhos, além de várias pinturas e esculturas. São aproximadamente 150 trabalhos, criados em várias explosões discretas de atividade de 1889 até sua morte, em 1903, essas obras notáveis no papel refletem as experiências de Gauguin com uma variedade de mídias, de xilogravuras radicalmente "primitivas" que se estendem desde escultural relevos de madeira talhada, monotipias aquarelas e desenhos grandes e misteriosos. O processo criativo de Gauguin envolve frequentemente, repetindo e recombinando motivos principais de uma imagem para outra, o que lhes permite evoluir e se metamorfoseiarem ao longo do tempo e através de médiuns. Gravura, que, por definição, envolve a transferência e multiplicando imagens, proporcionou-lhe muitas possibilidades novas e férteis para transpor seu imaginário. Gauguin abraçou as superfícies sutilmente texturizadas, cores matizadas e marcas acidentais que resultaram de processos incomuns que ele criou, para eles projetarem uma visão sombria e misteriosa do sonho de vida, no Pacífico Sul, onde passou a maior parte dos últimos 12 anos de sua vida.