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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

"PREVIDÊNCIA PRIVADA"

por Aline Cintra



Já não é uma atitude tão distante da cultura dos brasileiros. Quem já adquiriu a consciência proporcionada pela EDUCAÇÃO FINANCEIRA já tem ou procurará ter um investimento para suprir suas necessidades quando não quiser mais trabalhar por exemplo. Um desses investimentos é o plano de previdência privada, que é muito importante não só pelo risco da nossa atual previdência oficial de honrar seu compromisso com benefícios cada vez menores para os contribuintes, mas pela necessidade de segurança e pelo retorno proporcionado.

Atualmente com 35 anos de contribuição, se você for homem, e 30 anos de contribuição, se mulher; ou com 65 anos de idade (homem) e 60 anos de idade, caso mulher, você pode usufruir da aposentadoria pelo INSS. Mas isso é suficiente para garantir o padrão de vida que você deseja, após dezenas de anos trabalhando? A maior aposentadoria paga pelo sistema de previdência pública, hoje é de R$ 3.912,20 – isto, se você contribuir pelo teto, pagando o correspondente à maior contribuição previdenciária possível. É o suficiente para manter seu padrão de vida?

Estamos envelhecendo e temos que nos preparar para isso, porque as famílias estão cada vez menores, então é melhor que você conte com você mesmo para garantir seu bem estar no futuro.

Há dois tipos de plano de previdência no Brasil. A aberta, individual, é oferecida por bancos e seguradoras e pode ser contratada por qualquer pessoa. A fechada é exclusiva para grupos, como funcionários de uma empresa ou membros de uma associação, por exemplo. Procure se informar sobre comissões, honorários e taxas de juros, antes de escolher uma.

Das duas modalidades de planos de previdência aberta mais comumente oferecidas no mercado, o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) permite que se abata o valor das aplicações no fundo num valor de até 12% da renda tributável, enquanto que o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não permite esse abatimento. Acontece que o benefício do PGBL só é válido para quem faz a declaração completa de IR.

Como se trata apenas de um adiamento do pagamento do IR, e não de uma isenção, quem fizer um PGBL e usar a declaração simples vai, na prática, pagar o imposto duas vezes. Isso porque, na hora de resgatar os recursos no futuro, a alíquota de IR incide sobre todo o montante acumulado no PGBL, enquanto que, no VGBL, incide apenas sobre os rendimentos.

Para não depender do INSS a fim de manter um bom padrão de vida, você precisa saber de quanto precisará ter para garanti-lo. E terá que levar em consideração que a inflação poderá deduzir boa parte de seus rendimentos no longo prazo. Portanto, o ideal é estabelecer uma meta de renda que, em termos atuais, reflita o valor suficiente para manter o estilo de vida que você deseja.

E para fazer a melhor escolha de instituição, plano, valor aplicado fique de olho em:

· Taxas de administração

· Taxas de carregamento

· Simulações irrealistas

· Investimento muito conservador

· Pagamento de IR

· Resgate prematuro com tabela regressiva


Faça suas simulações no link abaixo:




Um comentário:

  1. Isso que é texto.
    Espero que tenha saído tudo do seu ponto de vista (sua cabeça), se for, meus parabéns. ;)

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